Anvisa nega desabastecimento por conta da greve mas admite atrasos

Barbano diz que não é possível abrir mão de exigências de qualidade e segurança.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária não confirma o desabastecimento em razão da greve. Segundo a agência, as atividades foram normalizadas, mas há um ``passivo decorrente da paralisação``: alguns remédios sofreram atrasos na liberação, mas não haveria falta.

Antônio Britto, presidente da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne fabricantes de 80% dos medicamentos de referência no país, diz que o desabastecimento é responsabilidade da Anvisa não só pela greve.

``A Anvisa está estrangulando o mercado. Assumiu responsabilidades que não consegue cumprir``, diz Brito, afirmando que os processos de liberação de medicamentos são lentos e o pessoal é insuficiente.
Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, contesta. ``Dizer que vai faltar medicamento no Brasil por conta da Anvisa é uma afirmação falsa e perigosa, porque pode gerar um temor na sociedade de algo que não vai acontecer. Os prazos de liberação não são os que nós gostaríamos, mas estamos trabalhando para acelerá-los.``

Fonte: Folha de S.Paulo

<<Voltar para Notícias




Receba as nossas novidades em seu e-mail.
Nome:

Data de Nascimento:

Email:




Esclarecimento de quaisquer dúvidas, no prazo de 48 atendimento jurídico virtual(quarenta e oito) horas nas áreas trabalhista (preventiva e contenciosa) e da saúde, através de atendimento virtual.

MAIS

Avenida Paulista, 2.202 – conj. 31 - Cerqueira Cesar – São Paulo - CEP 01310-932
Telefone: (11) 4063-0693 - E-mail: mnmakino.direitomedico@gmail.com
Website desenvolvido por: Andréa Mari