Bloqueio a planos pode ser ampliado

A estratégia - que começou a ser usada neste ano como punição para empresas que desrespeitam os limites máximos para marcação de exames, etc

O bloqueio da venda de novos planos de saúde pode ter sua aplicação estendida. A estratégia - que começou a ser usada neste ano como punição para empresas que desrespeitam os limites máximos para marcação de exames, consultas e internações - poderá entrar no roteiro das penalidades previstas para outras infrações, como negativa de atendimento, descredenciamento de hospitais e reajustes excessivos de mensalidade.

Para isso, as regras teriam de ser alteradas. ``Estudos para aprimorar a regulação são feitos periodicamente. Se diretores julgarem conveniente, mudanças podem ser feitas para ampliar o uso da ferramenta``, disse a gerente-geral de Estrutura e Operação de Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Denise Domingos.

Anteontem, a ANS proibiu 38 operadoras de vender 301 planos. A punição foi aplicada às empresas com maior número de reclamações pelo descumprimento de prazos para atendimento. A medida dura três meses.

Para a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), o bloqueio de vendas é ingerência. Hoje, representantes da entidade estudarão qual medida deverá ser adotada - entre as avaliadas, está uma ação na Justiça.

Fonte: LÍGIA FORMENTI / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

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