DF: Ponto eletrônico até o fim do mês

Na próxima semana, os servidores da Regional de Saúde do Guará terão as digitais cadastradas para a implantação do sistema

Fiscalizar horas extras excessivas e otimizar o tempo de trabalho são as metas da Secretaria de Saúde para a implantação do ponto eletrônico na rede pública do Distrito Federal. Na próxima semana, os servidores da Regional de Saúde do Guará terão as digitais cadastradas para a implantação do sistema. No Hospital de Base do DF (HBDF), o mesmo trabalho foi feito no mês passado. Apesar disso, o novo sistema de monitoramento da frequência só deve começar a valer, em algumas unidades, no fim deste mês. A promessa é que, até o fim deste ano, todas as unidades públicas estejam equipadas e as digitais dos profissionais, registradas.

Esta semana, 834 servidores, entre médicos, enfermeiros e auxiliares da regional do Guará participaram do Seminário de Sensibilização. “A nossa intenção é, antes de fazer o cadastramento, mostrar a importância do ponto eletrônico. A implantação com certeza vai resolver ou minimizar o desgaste que existe hoje entre o serviço oferecido e o usuário da rede pública”, disse a coordenadora-geral de Saúde do Guará, Marôa Santiago Gomes. No Hospital de Base, os 1,1 mil profissionais já tiveram as digitais colhidas. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, todos os 28.187 servidores que hoje preenchem o quadro serão cadastrados, mas ainda não há data para o término do serviço. 

Iniciativa 

Com a iniciativa, a intenção é diminuir as reclamações, principalmente, de demora no atendimento a pacientes. O novo sistema terá um banco de dados com as informações de horário de cada servidor. “Os profissionais vão ter que cumprir a carga horária e fazer a divisão de tarefas de forma correta. Não serão aceitos atrasos injustificáveis e rotineiros. Isso vai melhorar, inclusive, a saúde dos profissionais, que não ficarão sobrecarregados”, garante Marôa Santiago. As cargas horárias variam de 20 a 40 horas semanais. 

Atualmente, o controle é feito por meio de folhas de pontos manuais auditadas por gestores. “Existe uma fiscalização do horário, mas o sistema atual é mais propício a falhas”, ressalta a coordenadora do Guará. Apesar da iniciativa, o novo modelo ainda não tem data para começar a funcionar. A primeira unidade a ter o ponto eletrônico será o Hospital de Base, mas as 18 catracas e os 32 relógios coletores de frequência ainda não foram instalados.

Para os pacientes, a implantação do controle digital pode facilitar e melhorar o atendimento. Acostumada à demora das unidades lotadas, a auxiliar de contabilidade Fernanda Freitas, 28 anos, acredita que mais médicos estarão disponíveis, especialmente nas emergências. “Eles não vão mais poder ficar dando atestados na rede pública para atender em clínicas particulares. Normalmente, espero muito porque quase nunca os profissionais estão disponíveis. Vamos torcer para que realmente dê certo”, diz a moradora de Samambaia. 

28.187
Quantidade de servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Fonte: Correio Braziliense - Kelly Almeida

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